terça-feira, 29 de junho de 2010

Um curso, um tempo, um bom lugar....


o nosso altar...
Volto a escrever sobre o bom lugar...
Aquele que nem sempre é espaço, ou linda paisagem, mas sim um estado de espírito.
Um bom lugar pode ser também um momento de aprendizado, como foi pra mim a manhã de domingo, no salão da paróquia durante o curso de Metodologia Catequética.
A acolhida, o carinho da preparação, a fala da Célia nos presenteando com sua maneira simples de passar a mensagem, seu testemunho sua caminhada, fiquei admirada e me peguei pensando "quando eu crescer quero ser igual a ela" - falar é dom, falar assim, tão claramente, é inspiração. Aprendi, me animei e principalmente vi a animação de quem estava ao meu lado... e mais importante, segurei o choro, sou muito mole, já disse aqui, e isso muitas vezes que incomoda, pois chorar demais dói e desidrata... aguentei firme e me senti feliz. Feliz pelas idéia que compartilhei, pelo sonho que vi nascer e pela vontade de agir.
Felicidade é assim mesmo acontece em doses pequenas mas sempre carrega consigo sorrisos pro dia todo.
O Edno, escreveu também sobre o mesmo tema... é só clicar aqui...


 A turma toda...

Visão geral...

Bem....no meu domingo só faltaram gols.... do México.... nada é perfeito.
Um beijinho a todos e até mais...

domingo, 27 de junho de 2010

no arraiá dos capoeiras...

No sábado a noite fomos a uma festa junina promovida pelo grupo de capoira do qual participa nosso amigão e padrinho, Altair. Ele e a Dalva, dançaram a quadrilha numa animação que só vendo. Quanse que eu e o Edno fomos dançar também, peninha que não deu certo para os dias de ensaio, mas quem sabe no ano que vem!! Fomos assim, devidamente trajados, ops! nem tanto, eu não tinha um vestido de caipirinha então "desenterrei" meu vestido de prenda que estava socado em uma caixa por mais de 14 anos... e fui digamos assim uma caipira mais chiquetosa... de prenda gaúcha mesmo...hehehe mas o Edno estava impagável com barba de carvão e a Bea, coloridíssima e fofa.Como vcs podem conferir...



A Dalva e o Altair, capricharam nos modelitos...




No casamento caipira, o Altair era o Padre Bento.... e a Bea não perdeu a oportunidade de bater um retrato ao lado do vigário...



O Edno filmou toda a apresentação da quadrilha. Foi muito legal, e a comidinha estava ótima... devorei um cachorro quente, um espetinho, a pipoca e ainda fiquei com água na boca pra provar o caldinho de peixe e os bolos, além do pinhão é claro, que aqui não tem festa junina sem ele...!!!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Um presentinho...

No sábado fomos a festinha da Júlia, amiguinha do Théo...
Para presentear a pequena, fiz um quadrinho fofo... hehehehe pu suspeita pra falar, mas acho que vcs vão aprovar também... assim espero.

terça-feira, 22 de junho de 2010

No dia dos Namorados...

Nem teve nada de especial para a comemoração a dois... mas acho que nem precisou. Não estou dizendo que não há motivos, ou amor suficiente pra comemorações, mas é que levamos nosso amor, nossa união e companheirismo num clima tão bom e tão constante que no dia a dia olhamos nos olhos, sorrimos juntos, conversamos nos ajudamos nos entendemos... quer comemoração melhor? É bom tê-lo por perto, na cozinha pra preparar um almoço ou um lanche, dividindo as tarefas domésticas, ele me ajuda bastante, no cuidado com as crianças, no mercado, no passeio, na preparanção para a catequese, estamos sempre tentando ficar juntinhos quando estamos por perto, um abraço, um beijinho, de mãos dadas... somos sempre namorados, o coisa boa!! hehehe
Então, no dia dos namorados... tinha muita coisa acontecendo por aqui pra mim... de manhã catequese, e a tarde festa junina na escola das crianças... e pra ele, catequese a tarde e encontro com o grupo de genealogia... Tá vendo, nem sempre conseguimos fazer tudo junto... e amar é também saber soltar... dividimos as tarefas neste dia que poderia ser mais um pra ficar abraçadinhos... cada um prum lado, mas sem deixar de pensar "que bom se vc estivesse aqui..." ou " ela queria vir junto, mas tinha outro compromisso"... e assim vamos levando... pra que ele não perdesse tudo, filmei as crianças dançando... e pra eu ter um gostinho de como foi o encontro ele fotografou os novos amigos do grupo de genealogia...



A Bea,  a Elana e a Daniele

O Théo e a Fabiane

O cumpadi Théo na pescaria, escou quatro peixinhos...

 
Parte do grupo de genealogia... Edno, Íngrd, Adriana e Fernando

Bea a Théo, entes de sair de casa, essa foi o papai que tirou...

sábado, 19 de junho de 2010

Eu não só torço, como faço nós!!

O Théo fez com meus barbantes, enquanto eu bordava...

Eu gosto de Copa do Mundo, não tanto da bagunça das vuvuzelas (isso NÃO), gosto do futebol que veste a camisa de um país, é diferente do futebol que veste a camisa de um time, de uma agremiação, como se fosse uma empresa, (e as vezes é), aquele futebol de contratados, que jogam por dinheiro e ganham muito mais do que merecem pois não produzem nada, exatamente nada, não matam fome, não salvam vidas, não geram emprego... alguns até, vão na contra mão, e transformam esse dinheiro em armas e drogas e ajudam os traficantes a lavar o dinheiro ilegal... nunca podemos provar que isso aconteça, mas quem duvida? Então quando vejo um jogo de Copa do Mundo, penso que pelo menos ali, naquela hora, não é SÓ a grana, deve haver algo a mais, ou serei eu mais uma alma ingênua que se emociona com o Hino Nacional... Sempre, desde pequena vi na Copa algo mais do que um jogo de bola. Porque vemos que em outros lugares da terra outras pessoas se emocionam também, gritam, vibram, torcem...
Bem, deixando de lado meu lado bobo de torcedora, tenho que explicar os nós do título... É que há uns dois anos, comecei fazer um tapete, que nunca termino... então, como estava meio gripada e não podia ficar no computador, resolvi sentar 9bem agasalhada) e continuar o tapete... aproveitei pra fazer isso durante os jogos... minha intenção é terminar o tapete até o final da Copa, mas já estou duvidando que seja capaz pois não trabalhei nele durante uns seis jogos...
Vou tentar colocar isso em dia... ou do contrário, meu tapete só vai ficar pronto na próxima Copa...
Obs.: nos jogos do Brasil, não bordo nada. Não consigo.


Só pra dar um gostinho... um dia eu acabo e mostro como ficou... As fotos foram tiradas pelo Théo.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Uma notícia que me deixou triste...

Eu estou aqui, lendo os blogs de cada dia, e vendo o jogo, ou melhor, escutando o jogo da Alemanha e Sérvia, e ouço uma notícia que me deixou muito triste. A morte de José Saramago. É isso e ponto final. Admirado no mundo todo, pela irreverência das idéias pouco comuns, pela escrita corrida, sem vírgulas, poucos ponto, parágrafos longos, como quem fala sem vontade de parar. Ler Saramago é mergulhar num mundo onde se respira pra não morrer entre uma frase e outra, onde o conto, a história amarra e nos deixa quase sem fôlego pra retomar na próxima página. Não choro essa perda por infelizmente não tê-lo conhecido pessoalmente, mas choro por dentro a falta que fará todas as hstórias que apesar da urgência do traço, não pode contar. Eu que sigo religiosamente seu blog, (ainda que religião não tenha sido essencial para ele), agora fico um pouco órfã de saber que ele estava lá, na Ilha de Lanzarote, longe de sua Portugal, longe da politica da qual sempre foi crítico. Sabê-lo lá, era um alento, e apesar de já avançado na idade, ainda tinha a força da palavra escrita... agora, fica o legado, ficam as palavras para este que começou a vida longe dos livros...

Livros - Por Fundação José Saramago
Começar a ler foi para mim como entrar num bosque pela primeira vez e encontrar-me, de repente, com todas as árvores, todas as flores, todos os pássaros. Quando fazes isso, o que te deslumbra é o conjunto. Não dizes: gosto desta árvore mais que das outras. Não, cada livro em que entrava, tomava-o como algo único.


El País Semanal, Madrid, 29 de Novembro de 1998


José de Sousa Saramago - Azinhaga, Golegã, 16 de Novembro de 1922 - Lanzarote, 18 de Junho de 2010

terça-feira, 15 de junho de 2010

Aprender com você.

Segura minha mão, e me ensina ser como você é. Me mostre o mundo pelos seus olhos claros. Me conduza.
Me faça rir até mesmo com o joelho ralado e a lágrima quente rolando no rosto. Você é pai e sabe ser assim, eu ainda não. Crescendo a cada dia um pouquinho você me molda com carinho.  E isso é AMOR.

Assim também o Pai nos ensina, limpa nossa visão com nossas lágrimas, nos faz sorrir mesmo com o coração apertado num misto de alegria e dor. Nos guia, nos ampara, Ele sabe ser assim, e nós, ainda não. Mas crescemos também e vamos aprendendo a ser conduzidos como a ovelha que segue o passos do pastor confiando que o caminho será seguro.

Li um texto há alguns dias que gostei muito, como muitos dos textos do Saramago que podem ser acompanhados no blog , Ele falava sobre educar para a paz:

"Educar para a paz

Por Fundação José Saramago
Resulta muito mais fácil educar os povos para a guerra do que para a paz. Para educar no espírito bélico basta apelar aos mais baixos instintos. Educar para a paz implica ensinar a reconhecer o outro, a escutar os seus argumentos, a entender as suas limitações, a negociar com ele, a chegar a acordos. Essa dificuldade explica que os pacifistas nunca contem com a força suficiente para ganhar… as guerras."

E eu fiquei pensando o porque dessa dificuldade, se dentro de cada pai e cada mãe existe a vontade da paz. Ou deveria existir. Criar um filho implica em desejar que ele viva, que seja feliz que saiba buscar a felicidade a que tem direito sem invadir o direito do outro, se colocando no lugar do outro. Então porque o resultado  é tão difícil de ser alcançado?
O nosso tempo está ficando pesado pra nós, são tantas as cobranças, temos que ser magros, belos, elegantes, bem sucedidos profissionalmente, amantes incontestáveis, temos que ter o carro mais brilhante, o perfume mais cheroso, o cachorro mais bem tratado, temos que jogar tênis, e só usar tênis de marca, nossos dias tem que ter 30 horas, as metas crescem a cada mês.... Será?
Eu não ligo. Isso tudo não tem o menor valor, diante da cena que vejo. E enquanto um ainda acreditar que podemos mudar a direção dessa boiada, eu também acredito. A mudança está dentro de cada um, basta que nos deixemos guiar.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

E as pedras rolam



Em algum lugar já ouvi que elas são os ossos da terra... A comparação é intrigante e ao mesmo tempo poética pois nossos ossos nos sustentam, nos dão forma e estrutura mesmo que escondidos em baixo de tanta massa, músculo gordura e pele e ainda nossas máscaras... nos ossos somos praticamente iguais... Já as pedras, ossos da terra, têm a magia de formas e cores tão distintas de estrutura tão díspares, de resistências diferentes de formatos e tamanhos irregulares, mas convivem harmoniosamente na natureza ou .... dentro da minha caixa de pedras... Sim pois desde pequena sou fascinada por pedras... não sei se algum psiquiatra de plantão me analisa aí do outro lado... não sei qual é o significado disso, mas é a mais pura verdade... coleciono pedras, de lugares de formas e pessoas diferentes...
Um dia fomos a Almirante Tamandaré, região metropolitana de Curitiba, eu tinha nove anos e fomos de ônibus, eu, meu pai, minha mãe e um amigo nosso o Maneco, fomos visitar uma irmã dele. No caminho me encantei com uma enorme pedra redonda na beira da estrada de chão. Era uma caminhada longa, num domingo de sol e todos carregamos a pedra pesada. Íamos revezando a assim ela está comigo até hoje. Serve de calço para a porta da frente.
Uma outra vez, numa viagem ao RS, enchi um saco enorme de pedras, uma mais linda que a outra, mas meu pai, que tinha um fusquinha na época, não me deixou trazer todas aqueles pedras. Trouxe essa enorme pedra cor de rosa que serve de calço para a porta de trás... e outras que trouxe meio escondido, e que tenho até hoje. A sequência de pedras redondas eram da minha nona (madrasta do meu padrasto) se isso pode ser dispensado do contexto, gosto de dizer que herdei da minha avó, o gosto pelas pedras, pois pra mim nunca interessou essa subdivisão de parentesco, era minha nona e pronto e junto com as pedras herdei também uma coleção de botões de roupa, acondicionadas em um vidro bem grade desses de conserva.
Outras pedras vieram se juntar as primeiras. Pedras de Três Barras, pedras de Blumenau, de Guaratuba, de Foz do Iguaçu trazidas por um casal de amigos, a Ro e o Carlão, do Rio Morto em SC, do qual já falei aqui e aqui, e outras... AH! no potinho de vidro, além de pedras comuns que eu ia catando no caminho estão algumas redondinhas e coloridas que meu pai me trouxe de uma viagem ao RS, será que ele ficou arrependido de não ter me deixado trazer o saco de pedras e resolveu me recompensar?... Pai, pode responder que não, mas eu adorei o saquinho de pedrinha coloridas... Só não me perdoo por não ter trazido uma pedra de Parati ...




quarta-feira, 9 de junho de 2010

um assunto sem pretenção

Hoje, não tenho quase nada pra contar... há dias assim, em que estamos mais quietos, e eu ando quietinha  de palavras por conta da gripe que recaiu... só de palavras pois ando tossindo tanto que pareço uma vuvuzela ambulante fora da África.  É que o inverno está chegando e com ele o frio, o vento cortante, o ar gelado que invade tudo... e a gripe... Até tomei a vacina, mas sei lá, devia estar com a imunidade baixa então fiquei gripada, e como o tempo não ajudou, acabei recaindo. Assim, tossindo, com a cabeça dolorida e me sentindo sem vontade nem limpei a casa mas queria fazer um monte de coisas que vou deixando, deixando até que resolva fazer tudo num dia só.... Acho que essa não será a solução, então, amanhã vou levantar um pouco melhor e vou começar cedinho. Limpar a casa, arrumar o atelier, organizar a estante, e fazer um almoço bem gostoso. Quem aí nunca se sentiu assim?
Pra não dizer que não fiz nada... fiz crochê na cortina nova do atelier, e ela só vai pro lugar depois que este espaço estiver limpinho e organizado...
Então, mãos a obra... mas só amanhã, porque agora vou curtir minha gripe mais um pouco.
beijinhos gelados a todos vcs.

sábado, 5 de junho de 2010

Mão na massa... ou na serragem...

Quinta feira, meu dia começou cedinho. Deixei a cama, bem quentinha e o marido num sono solto e me preparei pra mais uma tarefa de fé.


Com poucos recursos, muito diferente do ano passado, quando tínhamos serragem de todas as cores e muita gente disposta a ajudar... além de ser bem perto de casa... esse ano, dispúnhamos de pouca serragem natural, erva mate, pó de café e farinha de milho para os detalhes... e muita vontade de fazer um tapete bonito... mas admito que ficou simples e sem graça. Bem, fizemos com carinho isso é que importa.


Depois da tarefa cumprida, hora de correr pra missa e depois da missa, a procissão, que foi longa e bem cansativa.... mas valeu pois eu não conhecia as capelas da região que fazem parte da nossa paróquia. No altar que improvisamos junto ao nosso tapete, recebi um texto para ler. Eu tinha que ler um trecho da meditação sobre a Oração do Pai Nosso. E devo confessar que sou péssima nisso. Espero que nunca mais me pessam pra ler novamente. Eu leio, mas acima de tudo eu sinto as palavras e a mensagem sempre me toca muito forte. Num bairro simples, de gente simples e sofrida, onde muitos lares são castigados pela violência, onde certamente falta o básico e muitas vezes falta amor... não consegui segurar o choro, minha leitura foi horrível mais li até o final, e quando acabei só queira sumir dali. Como o mundo não se transformou num buraco bem fundo pra eu me esconder, só pude continuar a procissão. A Dalva e o Altair me socorreram, me abraçaram apertado e, como são meus padrinhos de casamento, me senti melhor. Fugirei da leituras daqui pra frente....este é o texto que li:

"O pão nosso de cada dia dai-nos hoje
O pão representa o essencial para viver, não o supérfluo. Pedimos o pão NOSSO, e não o MEU pão. E pedimos o que precisamos para cada dia, não para acumular. Esse pedido nos compromete tanto com a partilha como com o consumo mais simples. Quando todos tiverem o pão de cada dia e respeitarem esse direito, sem fazer exceções, a humanidade será mais feliz"

Voltei pra casa, esgotada, com dor de cabeça. Almocei a comidinha gostosa que meu  amor preparou e dormi um pouco pra acordar refeita.
No dia seguinte trabalhei bastante fazendo as lembrancinhas para o Encontrão de catequistas que será amanhã. Com a ajuda da Dalva, da Valéria, da Su e da Giane, acabamos o trabalho. E o resultado
É este:


Amanhã, será novo dia... o Edno vai fazer um concurso público e eu vou participar do encontrão... vou levar bastante lenço de papel...
Beijinhos e até amanhã...

terça-feira, 1 de junho de 2010

Um dia sem Net... sem telefone e sem internet


Ontem, foi o dia... não funcionava nada além da TV... ainda bem pois meus pimpolhos não assintem TV aberta, só desenhos do Discovery Kyds... e isso ainda funcionava. Só a noite, com horário devidamente agendado, o técnico veio e resolveu tudo. Então, o que fazer sem internet? Hummm, não preciso pensar muito porque com esse frio que faz por aqui, eu queria mesmo era ficar em baixo das cobertas... mas calma aí, era segunda feira e não tenho tempo pra essas coisas não... tinha uma tarefa a ser feita então peguei o carro, e fui até a casa da Dalva buscar o material pra fazer as lembrancinhas para o curso de catequista que será no fim do mês, tem tempo sim, mas vamos aproveitar o tempo de hoje que não tenho como ficar na frente do computera fazendo outras coisas... se bem que tenho umas ilustrações pra fazer também, mas virão dias mais frios que este... quem estava bem quentinho era o Théo que ficou a manhã assim, enroladinho nas cobertas.

Então apresento pra vocês as lembrancinhas, ainda sem acabamento, mas muito simpáticas, vão ganhar um cartãozinho em forma de vaso. Claro, pois flores não voam... pelo menos estas...
Um beijinho a todos que passarem por aqui.

Josi